• CELSO VIÁFORA COMEMORA 35 ANOS DE CARREIRA COM SHOWS E CONVIDADOS

         Para comemorar, neste ano de 2014, os 55 anos de vida e 35 de carreira, Celso Viáfora reapresenta o show Amores Absurdos (que divulga o conjunto inédito de obras que reúne seu primeiro romance, seu nono CD - com as 14 canções compostas como trilha sonora do livro - e um e-book - no qual o leitor pode, durante a leitura, clicar no link ao pé da página e ouvir a música que emoldura a cena literária).

         Desta vez, além do quinteto de cordas regido por Neymar Dias, do baterista Gabriel Alterio e da participação da jovem cantora Dandara,  o cantor, compositor, violonista, arranjador e escritor paulista traz consigo também amigos e parceiros de três gerações da música brasileira: Ivan Lins, Vicente Barreto e os jovens do “5 a Seco” (Léo Bianchine, Pedro Alterio, Pedro Viáfora, Vinicius Calderoni e Tó Brandileone).

       O espetáculo, além de um encontro de gerações, promove a fusão entre literatura, teatro e música; bem como a música popular com o acompanhamento da música clássica camerística.

         O show acontece no sábado (2), às 21h (com participação de Ivan Lins, 5 a Seco e Dandara) e no domingo (3), às 18h (com participação de Vicente Barreto, 5 a Seco e Dandara),no Teatro do Sesc Vila Mariana, na Rua Pelotas, 141, V.Mariana//SP

    Ingressos: de R$ 4,80 a R$ 24,00

  • RENATA ROSA MISTURA RITMOS EM SEU NOVO TRABALHO

          Com uma sonoridade repleta de influências que variam entre ritmos brasileiros como o maracatu rural, o coco e o cavalo-marinho, passando pelo jazz e pela música árabe e do leste europeu, a cantora, compositora e rabequeira Renata Rosa lança o seu novo CD, Encantações, por meio do Proac/SP.

         Esse é o terceiro disco da cantora, que lançou seu disco de estreia Zunido da Mata, em 2002, com o qual recebeu o Prêmio Choc de l’Année do Le Monde de la Musique. Já com o segundo trabalho, Manto dos Sonhos, Renata recebeu o Prêmio da Música Brasileira, de 2008. Seis anos passados, Encantações chega numa fase mais madura da carreira da cantora, que viveu intensamente no Baixo São Francisco, onde o canto polifônico indígena tornou-se uma de suas principais escolas e fontes de inspiração, e na zona da mata pernambucana. Lá tornou-se rabequeira de cavalo-marinho e foi introduzida no ofício da poesia improvisada do maracatu-rural.

         Essa tradição do interior do país, aliada à carreira internacional, com importantes criações para o Museu do Louvre e para o Théatre de la Ville e de mais de 190 concertos em salas e festivais europeus, deu-lhe a maturidade para assumir a produção musical deste novo trabalho, e dividir a direção musical com Hugo Linns.

  • MARIA ALCINA CELEBRA 40 ANOS DE CARREIRA E CONTINUA SURPREENDENDO

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    Crédito: Jardiel Carvalho

         Maria Alcina é personalidade da música brasileira, com reconhecido lugar numa galeria de intérpretes com forte identidade. Em qualquer registro da história da música brasileira recente, tem que constar sua performática atuação no Festival Internacional da Canção (1972) e vencedora da parte nacional, eternizando Fio Maravilha, de Jorge Ben Jor. São mais de quarenta anos de marcante presença, agora comemorados com o CD De Normal (Bastam os Outros), lançamento conjunto ao do selo Nova Estação, do produtor Thiago Marques Luiz.

         Com direção musical do guitarrista Rovilson Pascoal, o álbum traz compositores como Zeca Baleiro, Péricles Cavalcanti, Arnaldo Antunes e Karina Buhr, além de outros que fazem parte da trajetória de Alcina, como Jorge Ben Jor, de quem ela regravou Sem vergonha, feita para ela e registrada no disco Bucaneira (1992), e João Bosco e Aldir Blanc (O Chefão). Tem também o sambista Oswaldo Nunes (1930-1991) com a empolgante Segura esse Samba e Adoniran Barbosa (Dondoca).

        Alcina comemora: “Poder fazer 40 anos de carreira é magnífico. É uma profissão que tem suas facilidades e dificuldades, então é um prazer poder chegar até aqui. Por outro lado, saber que esses compositores fizeram essas músicas especialmente para mim, ter o olhar deles voltados pra mim, é um retorno indescritível. São como artísticas declarações de amor. Que ‘de normal’ não têm nada”.

  • LEVI RAMIRO FAZ RECITAL NO SESC IPIRANGA (SP)

         O violeiro e artesão paulista Levi Ramiro, conhecido no cenário da viola brasileira por tocar em instrumentos que ele mesmo fabrica, como a viola feita com cabaça, faz recital de viola instrumental no Sesc Ipiranga, no sábado (21), às 21h, com entrada franca.
         Ramiro apresenta clássicos da nossa música e composições autorais que retratam o universo onde tanto a viola quanto o violeiro estão inseridos. A apresentação é permeada por causos e muita descontração e as músicas trazem uma diversidade rítmica e melódica, onde o público é convidado a viajar por diferentes paisagens sonoras brasileiras. A presença do violão tocado por Marcos Azevedo vem justamente destacar esta riqueza rítmica. O violão não firma-se apenas pelo conhecimento teórico de harmonização, mas pela produção de rasqueios e ruídos que geram um apoio percussivo aos solos característicos feitos na viola por Levi Ramiro, destacando técnica e sensibilidade.
         Sesc Ipiranga – Rua Bom Pastor, 822, Ipiranga
         Grátis
         Fonte: Fran Carlos Produções

  • MARCELO JENECI APRESENTA DE GRAÇA, SEU NOVO TRABALHO, NO SESC PINHEIROS (SP)

         O cantor e compositor Marcelo Jeneci- além de multi-instrumentista -  apresenta repertório de seu recém-lançado De Graça, na 6.ª-feira (20), às 21h, no Sesc Pinheiros (SP).
         O novo trabalho tem uma pegada psicodélica, uma sonoridade que nos envolve com o mesmo clima provocado por uma trilha cinematográfica. “O lance da grandiosidade, instrumentais com sintetizadores, cordas, o épico dentro das canções, coisa de cinema”, comenta Jeneci. Neste CD, além da voz cristalina de Laura Lavieri, Jeneci conta com o multi-instrumentista Régis Damasceno, do baterista Samuel Fraga e dos percussionistas Armando Marçal e Tiago Calderano.
         No show no Sesc Pinheiros, Marcelo Jeneci (voz, teclado, guitarra, violão e sanfona) apresenta-se acompanhado por Laura Lavieri (voz), Regis Damasceno (baixo e violões), Ricardo Prado (guitarra e teclado), Richard Ribeiro (bateria) e Estevan Sinkovitz (guitarra e teclado).
         Sesc Pinheiros  Rua Paes Leme, 195, Pinheiros/P
         Ingressos: de R$ 8,00 a R$ 40,00
         Fonte: Verbena Comunicações

  • NÁ OZZETTI EMBALA O PÚBLICO DE SOROCABA NA 6.ª-FEIRA (13)

         A cantora Ná Ozzetti apresenta na próxima 6.ª-feira (13), às 20h,  repertório de seu 10.º trabalho, Embalar, no  Sesc Sorocaba (SP).
         Terceiro disco feito com a banda formada por Dante Ozzetti (violões), Mário Manga (guitarras e violoncelo), Sérgio Reze (bateria e gongos melódicos) e Zé Alexandre Carvalho (contrabaixo acústico) - os outros dois foram Balangandãs (2009)e Meu Quintal (2011) -, o desenvolvimento das possíveis sonoridades foi um dos aspectos que norteou a concepção do disco, que rendeu à cantora o Prêmio Governador do Estado como melhor disco de 2013.
         No repertório, composições autorais e parcerias com antigos e novos compositores, como Kiko Dinucci, Jonathan Silva, entre outros. Com Embalar, a cantora Ná Ozzetti foi uma das finalistas da 24.º Prêmio da Música Brasileira deste ano na categoria Melhor Cantora Pop/Rock/Reggae, juntamente com Blubel e Gal Costa.
         Sesc Sorocaba -  Rua Barão de Piratininga, 555,  Jd. Faculdade/Sorocaba (SP)
         Ingressos: consulte na unidade do Sesc Sorocaba

  • VANDER LEE APRESENTA LOA, SEU NOVO TRABALHO, NO SESC BELENZINHO (SP)

         Diretamente das Minas Gerais, o cantor e compositor Vander Lee chega a SP nesta semana. Ele vem lançar seu novo disco, Loa.
         A apresentação será no Sesc Belenzinho, no sábado (7), às 21h, e no domingo (8), às 18h. 
         Com arranjos e produção de Robertinho Brant, o oitavo disco de carreira do cantor reúne 12 faixas, sendo 10 inéditas, uma vinheta e a regravação de Retratos da Vida, de Djavan e Dominguinhos. O disco Loa também contou com as participações da filha de Vander Lee, Laura Catarina, e da irmã dele, a cantora Ivânia Catarina, além do músico Chico Amaral, na flauta.
         O show inclui as canções que selam sua trajetória, como Esperando Aviões e Onde Deus Possa me Ouvir, além de sambas bem-humorados, como Galo e Cruzeiro e Passional.

  • PIANISTA ANTONIO ADOLFO RETORNA A SP COM DISCO EM HOMENAGEM A ERNESTO NAZARETH

             Nesta semana, o compositor e pianista Antonio Adolfo vem a SP para  mostrar seu novo trabalho, o CD Rio, Choro, Jazz...., gravado e mixado no Brasil e Estados Unidos. O disco tem nove músicas de  Ernesto Nazareth (1863-1934), entre elas Não Caio Noutra, Tenebroso, Coração Que Sente e, de quebra, uma composição de Adolfo para o homenageado, Rio, Choro e Jazz...., que dá título ao disco.
             Antonio Adolfo teve a ideia de fazer o disco quando foi convidado para o projeto Ernesto Nazareth 150 Anos Depois, no Centro Cultural Banco do Brasil de Belo Horizonte (MG), no ano passado. Para aquele show, Adolfo elaborou novas harmonias e formas às composições de Nazareth. Gostou tanto do resultado que resolveu gravá-las. Nessa tarefa contou sua experiência como pianista e compositor e, da forma como foram arranjadas essas músicas, viraram quase que parcerias entre os dois.
             Acompanhado por Bruno Aguilar (baixo acústico), Marcelo Martins (sax e flauta) e Márcio Bahia (bateria), o pianista se apresenta na 5.ª-feira (5), às 21h, no Sesc Belenzinho (SP).


    (Fonte: Tambores Comunicações)

  • OS INCRÍVEIS COMEMORAM 50 ANOS DE CARREIRA COM SHOW E GRAVAÇÃO DE DVD EM SP

            Sucesso nos anos de 1970, o grupo Os Incríveis faz show para gravar um DVD em homenagem aos 50 anos da banda. A apresentação ocorre na próxima 4.ª-feira (28), às 21h, no Teatro Bradesco, em São Paulo.

             Os mais jovens talvez não conheçam o grupo, que atualmente é comandado pelo baterista Netinho, mas é sempre bom (re) lembrar a história desse grupo que foi pioneiro em várias coisas. O conjunto – que começou como The Clevers - se apresentou pela primeira vez em 1962 e era formado por Mingo, Netinho, Manito, Risonho e Neno (substituído  em 1966 por Nenê).

            Apadrinhados pelo radialista Antonio Aguillar, os rapazes gravaram o primeiro disco com duas músicas instrumentais em 78rpm: Afrika e El Relicario, que logo se tornou um grande sucesso pela gravadora Continental. Os Incríveis foi o primeiro grupo brasileiro a ter um programa próprio de TV (Clevers Show, com balé dirigido pelo coreógrafo Leny Dale); foi também o primeiro grupo a ter um filme de longa-metragem ( Os Incríveis neste mundo louco, produzido por Primo Carbonari e direção de Paulino Brancato Jr.); o primeiro a fazer turnê internacional (se apresentou em 35 cidades italianas com a cantora Rita Pavone) e o primeiro a lançar um disco exclusivo para o mercado latino-americano, Los Increíbles (CBS da Argentina).

           Foram esses os então rapazes responsáveis por dois enormes sucessos - para o bem ou para o mal: eles gravaram um hino nacionalista, Eu Te Amo, Meu Brasil, da dupla  Dom e Ravel, que foi adotado pela ditadura militar e os fez muito criticados pelas esquerdas. Porém, por outro lado, foi por meio deles que o Brasil conheceu outra música, sucesso em casamentos e karaokês até hoje:  Era um garoto que como eu amava os Beatles e os Rolling Stones.

           Em 1971, o grupo se separou, retornando em 1995, quando o conjunto voltou a se encontrar no show Novo de novo, em comemoração aos 30 anos da Jovem Guarda e que reuniu Ronnie Von, Wanderléa, Golden Boys, Sylvinha, Eduardo Araújo, Os Incríveis, Bobby di Carlo e Martinha; a produção foi de Netinho e Eduardo Araújo. Desde então, a banda mais conhecida dos anos 60 percorre os palcos do Brasil, apresentando grandes sucessos e revivendo os melhores momentos da época, gravado no CD Os Incríveis ao Vivo ( Warner/Continental), em 2000. No show desta semana, haverá ainda uma homenagem aos ex-integrantes da banda.

          Atualmente formam Os incríveis: Netinho (bateria), Sandro Haick (guitarra), Leandro Weigaertner (baixo e vocal), Wilson Teixeira (sax) e Rubinho Ribeiro (vocal e guitarra). Bruno Cardoso (teclados) é o músico convidado.


          Teatro Bradesco - Rua Turiassú, 2.100, 3.º Piso do Bourbon Shopping, Pompeia/SP
          Ingressos: de R$ 50,00 a R$ 170,00

  • DAÚDE LANÇA NOVO TRABALHO, CÓDIGO DAÚDE

    Daude     Após 11 anos do seu último disco lançado (1995), a cantora e atriz Daúde está de volta com seu quinto álbum, Código Daúde. O show de lançamento desse trabalho ocorre na 5.ª-feira (22) e na 6.ª-feira (23), às 21h, no teatro do Sesc Pompeia (SP).

         Daúde sobe ao palco acompanhada por Claudio Fabre (guitarra), Pedro Leão (baixo), Rodrigo Serra (bateria) e Antonio Legal (saxofone).

         Com produção e direção artística da própria cantora, o novo projeto reúne participações especiais e mescla sambas e outros ritmos brasileiros. Traz também regravações de canções como Minhas Razões, de 1972, composta pela dupla baiana Antonio Carlos & Jocáfi, e Segura esse samba, ogunhê, de Oswaldo Nunes, regravada ao lado do sambista Nelson Sargento. Além destas músicas, foram regravadas também composições de Dorival Caymmi e Rodrigo Amarante.

         Já a regravação de Que bandeira é embalada pelo piano de Marcos Valle, enquanto Alceu Valença participa de Como dois animais. Daúde, apelido de Maria Waldelurdes, nasceu na Bahia mas foi criada no Rio de Janeiro. Logo cedo começou a estudar canto, cursou teatro e formou-se em Letras. Sua carreira artística teve início em 1995, com seu disco homônimo, com o qual recebeu três prêmios como cantora revelação: Prêmio Sharp, Prêmio APCA e o Prêmio dos Leitores do Jornal do Brasil. Desde então, lançou mais três discos. Ela foi a primeira artista brasileira a ser contratada pelo selo Real World, do músico inglês Peter Gabriel. Seu último disco, Neguinha Eu Te Amo, integra esse selo e foi lançado em 2003.

    Sesc Pompeia - Rua Clélia,. 93, Pompeia/SP

    Ingressos: de R$ 6,00 a R$ 30,00

    Fonte: Assessoria de Imprensa Sesc Pompeia

  • 14 BIS FAZ DUAS APRESENTAÇÕES NO ABC PAULISTA

         Uma das bandas mais significativas da música brasileira estará neste final de semana no ABC paulista.

         Na feira (16), às 21h, o 14 Bis apresenta os clássicos da carreira no teatro Paulo Machado de Carvalho, em São Caetano do Sul (P), com ingressos entre R$ 50,00 e R$ 100,00. Já no sábado, também às 21h,  o quarteto formado por Cláudio Venturini (guitarra/vocal), Hely Rodrigues (bateria), Sérgio Magrão (baixo/vocal) e Vermelho (teclados/vocal), sobe ao palco do Teatro Municipal de Santo André, com entrada franca (mas os ingressos já estão esgotados). A banda 14 Bis foi criada no final do ano de 1979, por músicos que já se conheciam e alimentavam a ideia de ter uma banda brasileira nos moldes daquelas bandas internacionais que tanto influenciaram e emocionaram seus integrantes, como Beatles, Rolling Stones, Deep Purple, Yes, Led Zeppelin e Pink Floyd,
         Com 12 álbuns lançados, entre versões ao vivo e de estúdio, o trabalho mais recente é o CD e DVD 14BIS Ao Vivo, primeiro DVD da banda com seus grandes sucessos e que traz participação de Flávio Venturini, Beto Guedes, Rogério  Flausino e Marcus Vianna Os planos para o futuro breve são o remix do CD Outros Planos com a adição de duas canções inéditas e a comemoração dos 30 anos da banda com a volta de Flávio Venturini para a gravação de um CD e DVD de sucessos da banda e de inéditas do grupo compostas especialmente para comemorar estes 30 anos de sucesso.

         16/5 -Teatro Paulo Machado de Carvalho - Alameda Conde de Porto Alegre, 840, B.Santa Maria, São Caetano do Sul/SP
         17/5 - Teatro Municipal de Santo André -  Praça IV Centenário, s/nº – Centro

         Fonte:
        Site 14 Bis

  • GUITARRISTA CEARENSE PREPARA SUA TURNÊ NA EUROPA

         Recém-chegado do México e com turnê já marcada para Europa no 2.º semestre, o guitarrista e cantor cearense Artur Menezes vem se destacando no cenário da guitarra brasileira como um dos melhores músicos de sua geração. Embora execute o blues com maestria (tanto no canto como na guitarra), o que chama a atenção do seu trabalho é o diálogo com outros estilos, misturando o blues ao funk, soul, reggae, country e música brasileira.

         Neste ano, Artur Menezes tem de dedicado à turnê de seu discco #2 (lê-se Número Dois), dando continuidade ao projeto de música instrumental que vem trabalhando desde 2013¸ além de incluir em seu repertório clássicos do blues e novos arranjos para músicas brasileiras, como as de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Luiz Gonzaga, Cazuza e Belchior.

         No ano passado, Artur fez turnê pela Argentina e foi um dos palestrantes do TEDx Fortaleza, um encontro anual licenciado pelo TED (Technology, Entertainment, Design), onde personalidades partilham suas experiências e conhecimentos em apresentações transmitidas ao vivo pela internet e depois disponibilizadas em vídeos, os TEDTalks, acessíveis a bilhões de pessoas no mundo inteiro. Além disso, ele participou dos festivais Ilha Blues (SP), Festival de Jazz e Blues de Manguinhos (ES), Festival de Inverno de Pedro II (PI) e Fest Bossa & Jazz Pipa (RN) - neste último subiu ao palco após Stanley Jordan -, e reuniu cerca de 800 pessoas para o lançamento de #2 (Número Dois) no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (CE).

         Dias depois, tocou mais uma vez no Garanhuns Jazz Festival, para cerca de 6 mil pessoas, ao lado de Kiko Loureiro (Angra) e Andreas Kisser (Sepultura).

         Fonte: Produção do artista