• XANGAI E QUINTETO DA PARAIBA HOMENAGEIAM CANTORES PARAIBANOS

         Xangai e Quinteto da Paraíba apresentam o repertório dos álbuns Um Abraço pra Ti Pequena (1998) e Brasileirança (2001), que homenageiam cantores paraibanos. O show ocorre no sábado (28), às 21h, e no domingo (29), às 19h, no Sesc Pompeia (SP).

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         Filho e neto de sanfoneiro, Xangai viveu parte da juventude em Vitória da Conquista, na Bahia, onde recebeu a influência que o tornou um cantor sertanejo. Aos 18 anos fixou-­se com os pais na cidade de Nanuque, no norte de Minas Gerais. No ano de 1976, gravou o seu primeiro trabalho, intitulado Acontecivento, composto pelas músicas Asa Branca, Forró de Surubim e Esta Mata Serenou.
         Já o Quinteto da Paraíba surgiu com a proposta de divulgar a obra de compositores do Brasil, mas é no nordeste que encontra sua principal inspiração. Foi considerado responsável pelo resgate do Movimento Armorial, iniciativa que reuniu diversas expressões artísticas da cultura popular.

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         Com isso, contribui na divulgação da cultura musical da região nordestina.O grupo conquistou méritos da crítica especializada internacional e teve destaque nas revista The Strad, Gramophone, Classic FM Magazine, Repertoire e Diápason, além de se apresentar em diversos países - Chile, Argentina, Áustria, Bélgica, França, Espanha, Itália, Holanda e Portugal. (Fonte: Assessoria de Imprensa Sesc Pompeia)
         Sesc Pompeia (Teatro) - Rua Clélia, 93, Pompeia/SP
         Ingressos: de R$ 9,00 a R$ 30,00

  • TAVITO APRESENTA A CASA NO COMEÇA DA RUA EM SP

         O músico e compositor Tavito sobe ao palco do Sesc Belenzinho (SP) para o show de lançamento do disco A Casa no Começo da Rua, na 6.ª-feira (27), às 21h.

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          Natural de Belo Horizonte (MG), Tavito iniciou sua carreira como guitarrista do grupo Som Imaginário - banda formada para acompanhar o até então noviço Milton Nascimento - juntamente com Zé Rodrix, Robertinho Silva, Wagner Tiso, Luiz Alves, Naná Vasconcellos e Fredera.
          Em carreira solo, o músico lançou os discos Tavito (1979), Tavito 2 (1981), Número 3 (1982), Simpatia (1983), Tudo (2009), Mineiro (2013) e agora A casa no começo da Rua, que ele apresentará neste show ao lado de Nando Lee (guitarra/voz), Abrão Lincoln (teclado/voz), Paulinho Faria (baixo) e Fábio Schmidt (bateria). Participação especial de Tuia.
         Sesc Belenzinho (Teatro) - Rua Padre Adelino, 1.000, Belenzinho/SP
         Ingressos: de R$ 6,00 a R$ 20,00

     QUARTETO INAUGURA PROGRAMAÇÃO DE SHOWS DO TEATRO RIACHUELO (RJ)

        Zé Renato, Moacyr Luz, Jards Macalé e Guinga fazem o show de lançamento do CD e DVD, gravado em 2016, Dobrando a carioca, no Teatro Riachuelo (RJ), na 3.ª-feira (24), às 19h.

         A apresentação integra o projeto Música das 7, que inaugura a programação de shows do teatro, aberto ao público em agosto passado.

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         O Dobrando a Carioca, que foi apresentado pela primeira vez em 1999, propõe a união das diferenças entre quatro olhares sobre a canção brasileira. Moacyr (voz, violão e percussão) trazendo o fundo dos quintais suburbanos, Zé Renato (voz, violão e percussão) com sua cultura apolínea, Jards Macalé (voz, violão e percussão) nascido na Tijuca nos mostrando a tradição de forma anárquica e Guinga (voz e violão) com suas dissonâncias até hoje únicas e misteriosas.

  • CÉSAR CAMARGO MARIANO SE APRESENTA NO SESC PINHEIROS (SP)

         César Camargo Mariano reúne-se com músicos eruditos europeus para o show de lançamento de seu novo DVD Joined, na 6.ª-feira (20), às 21h, no Sesc Pinheiros (SP).

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         O músico estará acompanhado de Rudiger Liebermann (violino), Benoit Fromanger (flauta) e Walter Seyfarth (clarinete). Participam também os músicos brasileiros Thiago Rabello (bateria), Sidiel Vieira (baixo) e Conrado Goys (violão). O show apresenta a união de culturas musicais distintas, com uma mescla de estilos tradicionais em possibilidades novas.
        Pianista, arranjador, compositor e produtor, César Camargo Mariano é um dos músicos mais celebrados e procurados do Brasil. Iniciou sua carreira nos anos 60, passando pela bossa nova, desenvolvendo o samba jazz e consolidando a instrumentação da MPB como uma das mais sofisticadas do mundo.
        Sesc Pinheiros (Teatro Paulo Autran) – Rua Paes Leme, 195, Pinheiros/SP
        Ingressos: de R$ 12,00 a R$ 40,00

  • SIDMAR VIEIRA APRESENTA MADRI RIVIAES NO SESC VILA MARIANA (SP)

         O trompetista Sidmar Vieira faz show de lançamento do álbum Madri Riviaes, no Sesc Vila Mariana (SP), na quinta-feira (15), às 20h30.

        O músico, acompanhado por seu grupo formado por Jefferson Rodrigues (saxofone), Felipe Silveira (piano), Sidiel Vieira (contrabaixo) e Daniel de Paula (bateria), apresenta um trabalho instrumental autoral usando a sonoridade de ritmos brasileiros com uma linguagem contemporânea.

    Foto: Lislia Hermes

         Sidmar, que começou a tocar trompete aos oito anos de idade, iniciou, aos onze, seus estudos de trompete clássico com o professor Edgar Batista na ULM (Universidade Livre de Música). Aos quinze anos já era membro da Orquestra Sinfônica de Barueri, e aos dezessete anos iniciou seus estudos com Daniel D'Alcântara, com quem estudou durante três anos.

        Além disso, o músico foi membro da Orquestra Juvenil Tom Jobim, onde acompanhou ícones da música popular brasileira, como Jane Duboc, Adilson Godoy, Amilson Godoy, Fabiana Cozza, Jonny Alf, Alaíde Costa, Monica Salmaso, Gilberto Gil, Rosa Passos, entre outros. Também já dividiu o palco com músicos importantes da cena internacional, como Maria Schneider, Frank Sinatra Junior, Zalon Thompson, Sax Gordon, Tia Carroll, JJ Jackson e Donny Nichilo.

         Atualmente, Sidmar toca na Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, além de fazer parte dos grupos Reteté Big Band, Banda Urbana, Jorginho Neto, Marcia Castro, Igor Prado Band, Sensacional Orchestra Sonora, Baile do Simonal com Max de Castro e Simoninha, Claudio Zoli, Tabatha Faer, Orquestra Saga e A Pregadores. (Fonte: Assessoria de Imprensa Sesc Vila Mariana)
        Sesc Vila Mariana (Auditório) – Rua Pelotas, 141, V.Mariana/SP.

        Ingressos: de R$ 6,00 a R$ 20,00

  • ALCIONE MISTURA CLÁSSICOS DA CARREIRA COM NOVO PROJETO

         A cantora Alcione apresenta uma mistura entre seus maiores sucessos e seu novo projeto, Alcione Boleros, no Sesc Pompeia (SP). As apresentações acontecem de quinta-feira (15) a sábado (17), às 21h30.
           O show conta com repertório mesclado entre canções em português, espanhol, clássicos e inéditas. O projeto Alcione Boleros em si é dividido em quatro blocos, que representam as quatro estações do ano (outono, inverno, primavera e verão); as canções Gracias a La Vida, Que Queres Tu de Mim, Segredo e Corsário são algumas que estão neste repertório.

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          Sobre as músicas escolhidas para o projeto Boleros, Alcione diz que gosta de cantar aquilo que a emociona, como os sucessos de artistas do gênero romântico, como Ângela Maria, Núbia Lafayette e Elizeth Cardoso. “Felizmente, o meu público sempre aprovou minhas incursões pelo estilo, tanto que alguns dos meus maiores sucessos pertencem ao gênero romântico,” explica a cantora.
          Além de seus maiores sucessos, como A Loba, Estranha Loucura, Além da Cama, Gostoso Veneno, Meu Ébano e Não Deixe o Samba Morrer, estão inclusas no repertório as inéditas Quem Dera (Júlio Alves), Amor Amigo (Roberta Miranda) e A Paixão de Dartagnan (Altay Velo). (Fonte: Assessoria de Imprensa Sesc Pompeia:
           Sesc Pompeia (Teatro) – Rua Clélia, 93, Pompeia/SP
           Ingressos: de R$ 18,00 a R$ 60,00

  • OLMIR STOCKER É HOMENAGEADO NO SESC POMPEIA

         O instrumentista Olmir Stocker, mais conhecido como Alemão, é homenageado na 5.ª-feira (8), às 21h, no Sesc Pompeia (SP). O músico revisita repertório de sua carreira juntamente de amigos que o acompanharam.

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         No show, subirão ao palco com Olmir Stocker 'Alemão' (guitarra), Edgar Gianullo (guitarra), Paulinho de Oliveira (saxofone e flauta), Vítor Alcântara (saxofone e flauta), Roberto Sion (saxofone e flauta), Daniel D’Alcântara (trompete), Lis de Carvalho (piano), Moisés Alves (piano), Aluízio Pontes (piano), Fernando Rosa (baixo), Miguel Assis (bateria) e Nenê (bateria). No repertório, estarão as faixas que marcaram sua carreira, como Para o Músico, SalsaBras, Frevo, Angeline, Paula, To Big Band e Little Swing.
        Início - Olmir, que tocou com diversos artistas, como Nelson Ned, Agostinho dos Santos, Simone, Ângela Maria, Gregório Barrios e Elis Regina, vem de uma família circense do Rio Grande do Sul. Foi no circo e em parques que iniciou sua carreira, aos sete anos de idade. Na adolescência, aprendeu a tocar cavaquinho, instrumento que o ajudou a compreender a música brasileira e suas vertentes. Com 14 anos, trabalhou em uma rádio gaúcha acompanhando artistas internacionais e nacionais, quando conheceu Elis Regina e Agostinho dos Santos.

  • DADO MAGNELLI TOCA NO PARQUE DA VILA MADALENA (SP)

         O saxofonista e compositor Dado Magnelli faz show de lançamento de seu 6.º disco solo, CD Feito à Mão, no Parque da Vila Madalena, no domingo (11), a partir das 15h, com entrada franca.

    Foto: Pamella Sander


        O disco, que foi gravado em três sessões, tem apenas o acompanhamento do pianista gaúcho Rudi Germano, que também é arranjador e co-produtor artístico do trabalho.
         Dado fala sobre a parceria: “É uma honra ter Rudi nesse disco. Ele é um desses grandes músicos brasileiros, que, infelizmente, não tem sua obra registrada em disco. Sua concepção rítmica é ímpar, além dele ter uma forma de encadear os acordes, que é única. É mais difícil tocar em duo, pois se tem menos base e estrutura rítmica e harmônica. Todos os detalhes aparecem claramente e os tropeços não podem ser disfarçados. É uma sensação de estar seminu, mas também muito prazerosa”.
         Uma das características dos discos de Dado Magnelli é a parte visual. Em cada trabalho ele convida um artista para essa integração. Dessa vez foi a artista plástica capixaba Luli Ramalho que criou uma ilustração para cada música, a partir do que sentia, ouvindo-as. Dado comenta essa escolha: “Um CD como esse não é substituível por um arquivo de MP3 na internet. A ideia é chamar a atenção para que o público queira o formato físico. Sempre fui amante das artes plásticas. Além disso, acho que as artes se interligam de forma inevitável e se enriquecem mutuamente.”
         Parque da Vila Madalena (Rua Medeiros de Albuquerque, 270, Vila Madalena)
         Fonte: (Tambores Comunicações)

  • TONI GARRIDO EM NOITES DE ORFEU

         O cantor Toni Garrido apresenta o show Noites de Orfeu, na 3.ª-feira (29), às 21h, no Teatro Porto Seguro (SP). O espetáculo é costurado por meio da personagem Orfeu, que Garrido interpretou no filme do diretor Cacá Diegues, em 1999.

         O show tem como base o espetáculo Orfeu da Conceição, de Tom Jobim (1927-1994) e Vinicius de Moraes (1913-1980), de 1954, baseada no drama da mitologia grega de Orfeu e Eurídice.

    Foto: Pino Gomes

        Noites de Orfeu conta a história da amizade e parceria entre Tom Jobim e Vinicius de Moraes, que se uniram pela primeira vez para criar a peça teatral com letras de Vinicius musicadas por Tom Jobim. No repertório, clássicos da dupla como Chega de Saudade, O Morro Não Tem Vez, Se Todos Fossem Iguais a Você, Manhã de Carnaval, Desafinado, além de Sou Você, de Caetano Veloso, que foi tema do filme de Cacá Diegues.

        No palco, Toni Garrido é acompanhado por piano, baixo acústico, violão, bateria, percussão e um quarteto de cordas. (Fonte:Assessoria de Imprensa Teatro Porto Seguro)
       Teatro Porto Seguro - Al. Barão de Piracicaba, 740, Campos Elíseos/SP. Fone: (11) 3226 7300
       Ingressos: R$ 110,00 plateia / R$ 80,00 balcão e frisas

  • EDVALDO SANTANA MOSTRA SUA FUSÃO DE SONORIDADES EM NOVO TRABALHO

         Só Vou Chegar Mais Tarde, oitavo álbum do cantor e compositor Edvaldo Santana e produzido em parceria de Luiz Waack, será lançado nesta 5.ª-feira (1.º), às 21h, no teatro do Sesc Pompeia (SP).

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         Nesse trabalho, Edvaldo traz uma fusão de sonoridades – destaque do artista – e de um naipe de metais, além da base sonora formada por piano, gaita, congas, baterias, baixo, guitarra e violão. Esta será a primeira vez que o músico se apresentará ao vivo com uma big band de metais (tuba, sax, trombone e trompete). Edvaldo também faz uma aproximação com o dixieland, uma mistura de música africana com europeia, e elementos do blues, reggae, samba, rap e bolero.

        O disco trata de assuntos do cotidiano urbano, de conflitos sociais e diversidade de costumes. A faixa Dom é uma homenagem ao doutor Sócrates, futebolista brasileiro que faleceu em 2011. Em Canção, Edvaldo musicou tradução do poeta Augusto de Campos ao poema de Guillaume de Poitiers, do século XII. O disco conta ainda com participação da cantora Rita Benneditto, na faixa Ando Livre.

         No show, Santana será acompanhado por Ubaldo Versolato (saxofone), Claudio Faria (trompete), EliezerTristão (tuba), Gó da Zamba (trombone), Daniel Szafran (piano e sanfona), Bene Chiréia (gaita), Leandro Paccagnella (bateria), Ricardo Garcia (percussão), Reinaldo Chulapa (baixo) e Luiz Waack (guitarra e banjo) e terá a cantora e compositora Alzira E. como convidada especial.

  • O GAÚCHO ALEGRE CORRÊA FAZ UMA MOSTRA DE SUA CARREIRA

         O músico e compositor gaúcho Alegre Corrêa sobe ao palco do Itaú Cultural nesta 5.ª-feira (24), às 20h, para mostrar composições que marcaram as mais de quatro décadas dedicadas à música. No repertório, peças de seu primeiro disco solo, Infância (1993), até o álbum mais recente, Gondwana (2015).

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         Desse período de 22 anos que separa um disco do outro, foram escolhidas músicas autorais como Trapézio, Rio Azul, A rota da Seda, Encontro das Águas e Sumaré, além de parcerias como Presente de Moscou, feita com Maria Teresa Piccoli, Zamba Zumbí, com Lili Araújo, Rio Vermelho, com Ryana Gabech, e Senhora das Cabeças, com Piccoli e Dennis Radunz.
        Para acompanhá-lo, o compositor convidou um seleto grupo de músicos e parceiros desta trajetória: o flautista Cristian Faig, o pianista Diogo de Haro, Dudu Fileti, o baterista Endrigo Bettega, o baixista Eduardo Machado; João Paulo Ramos Barbosa (Jota P.) e o gaitista Gabriel Grossi.
       Único brasileiro a ganhar o Prêmio Grammy por Melhor Álbum de Jazz Contemporâneo – em 2010, pela participação no CD 75, de Joe Zawinul –, Corrêa é autodidata e iniciou sua carreira em bandas de baile no Rio Grande do Sul; porém, não demorou a se dedicar à composição. Assim, em 1998, decidiu mudar para a Áustria, onde conseguiu consolidar o seu trabalho ao lado de importantes artistas da World Music.

  • LUCINHA TURNBULL FAZ RETROSPECTIVA DA CARREIRA

         A cantora, compositora e instrumentista Lucinha Turnbull faz show retrospectiva no Z Carniceria (SP), na 5.ª-feira (24), às 23h.
        Primeira mulher a assumir a guitarra numa banda brasileira, Lucinha, acompanhada de banda, canta parcerias com Rita Lee, Paulo Leminski e Mathilda Kovak, canções de Gilberto Gil e Gonzaguinha, feitas especialmente para ela, além de homenagear duas de suas influências, Beatles e Bob Dylan.

    Foto: Moisés Santana


         Filha de pai escocês e mãe brasileira, aos 16 anos, a paulistana Lucinha mudou-se para Londres, onde formou o grupo folk Solid British Hat Band. De volta ao Brasil, em 1972, fez o show de abertura para os Mutantes, no Teatro Oficina (São Paulo). Em seguida, formou a dupla, com Rita Lee, Cilibrinas do Éden.

        Juntas, participaram doFestival Phono 73, também em São Paulo. No mesmo ano, assumiu guitarra e vocal, ao lado da parceira, no grupoTutti Frutti, com o qual excursionou pelo Brasil e gravou o histórico álbumAtrás do Porto tem uma Cidade (1974).

  • MARLUI MIRANDA INTERPRETA CANÇÕES DE NINAR REARRANJADAS

         A cantora Marlui Miranda apresenta o show do disco Fala de Bicho, Fala de Gente (2014), no Auditório Ibirapuera (SP), no sábado (19), às 21h, acompanhada por Paulo Bellinati (violões), Rodolfo Stroeter (contrabaixo), Caíto Marcondes (percussão) e Ricardo Mosca (bateria).

    Foto: Gal Oppido

         Marlui vai mostrar as 11 canções do povo Juruna, adaptadas e rearranjadas. As composições do disco são, originalmente, canções de ninar, o que deixou a gravação mais complexa. “As cantigas de ninar só podem ser interpretadas entre 9 e 17 horas, então eu não poderia apresentar ou ensaiar. Seria agredir uma tradição”, explica a cantora.

         Para resolver o impasse, Marlui elaborou alternativas com a ajuda de Tarinu, representante do povo Juruna. Com novos arranjos e adaptações, as músicas se afastaram das origens e, a partir disso, se tornaram satisfatórias. “Segundo a ideia do Tarinu, assim é melhor porque os espíritos que as compuseram não as reconhecem”, conta ela. “Sempre antes de gravar, procuro me cercar desses cuidados, porque não é simples, é necessário que haja respeito.”Todos os músicos contribuíram para as adaptações e os novos arranjos, mas a base foi feita por Marlui e John Surman. O músico inglês realiza um trabalho parecido com o do disco Fala de Bicho, Fala de Gente, no sentido de trazer referências e criar pontes com suas produções. A cantora explica: “Ele não trata o jazz de forma histórica. John tem uma visão cultural da música, explorando nela a sua própria origem. Ele trabalha com música folclórica e cria vínculos com o jazz”.

  • TARANCÓN CELEBRA 40 ANOS DE GRACIAS A LA VIDA NO SESC POMPEIA (SP)

         O grupo Tarancón comemora os 40 anos do lançamento do disco Gracias a La Vida em apresentação única no Sesc Pompeia, no sábado (19), às 21h, e traz participações de artistas paulistanos.

    Foto: Matheus Cavalieri


        A banda, considerada uma das precursoras da música latino-americana no Brasil, apresenta composições que expressam liberdade e representam a diversidade musical de nossos vizinhos sul-americanos, misturando instrumentos predominantes na música brasileira — como a viola caipira, flauta transversal, violão e baixo elétrico — com os de origem andina — quena, zamponha, tarka, bombo leguero, charango e zampoña. Além da região dos Andes, o Tarancón também representa ritmos caribenhos e até mesmo africanos.
         Atualmente, o Tarancón é formado por Emílio de Angeles (voz, flautas andinas e percussão), Jorge Miranda (voz, baixo e charango), Ademar Farinha (violão, flautas andinas e charango), Jonathan Andreoli (bombo leguero, bongô e cajón), Natália Gularte (percussão e efeitos), Maetê Gonçalves (voz) e Federico Caravatti (voz, violão e baixo).
         Sesc Pompeia (Teatro) – Rua Clélia, 93, Pompeia/SP
         Ingressos: de R$ 6,00 a R$ 20,00

  • NELSON SARGENTO E WILSON DAS NEVES CELEBRAM O SAMBA EM SP

         Nelson Sargento e Wilson das Neves se reúnem no palco pela primeira vez para comemorar o centenário do samba. O encontro ocorre na 6.ª-feira (11) e no sábado (12), às 21h30, no Sesc Pompeia (SP).

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         Aos 92 anos, o compositor mangueirense Nelson Sargento possui aproximadamente quatrocentas músicas em seu repertório. Integrou o conjunto A Voz do Morro, ao lado de Paulinho da Viola, Zé Kéti, Elton Medeiros, Jair do Cavaquinho, José da Cruz e Anescarzinho. Entre seus parceiros de composição musical, estão Cartola, Carlos Cachaça, Darcy da Mangueira, João de Aquino, Pedro Amorim, Daniel Gonzaga e Rô Fonseca.
       Wilson das Neves possui mais de 800 gravações registradas, que vão desde trabalhos com Roberto Carlos, Wilson Simonal, Chico Buarque, Sarah Vaughan e Michel Legrand a Sean Lennon, Orquestra Imperial e Ipanemas. Wilson gravou quatro discos como bandleader de Wilson das Neves e Seu Conjunto, e desafiou o destino ao se lançar cantor aos 70 anos. Este ano, completou 80 anos e segue sendo uma das grandes referências do samba carioca.        (Fonte: Assessoria de Imprensa Sesc Pompeia)
       Sesc Pompeia (Comedoria) - Rua Clélia, 93, Pompeia/SP
       Ingressos: de R$ 12,00 a R$ 40,00

  • GILSON PERANZZETTA E SOUNDSCAPE APRESENTAM DIVERSOS RITMOS NO SESC BELENZINHO (SP)

         O pianista, compositor, arranjador, produtor e maestro Gilson Peranzzetta e a Soundscape Big Band fazem show no Teatro do Sesc Belenzinho (SP), no domingo (13), às 18h.

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         O repertório traz as misturas do samba, frevo, baião e choro nas composições Bruxo, Campo Grande, Dois Na Rede, de autoria do pianista, e músicas com os artistas Ivan Lins, Paul Williams e Dori Caymmi, Obsession e Love Dance. O compositor e a big band apresentam seus arranjos com tradição jazzista, interesses pela busca constante por linguagens que contemplem a música popular e o rigor da prática instrumental.
        O maestro Gilson Peranzzetta (piano e acordeon) toca acompanhado pelos músicos: Josué dos Santos, Samuel Pompeo, Vitor Alcântara, Jefferson Rodrigues, Carlos Alberto Alcântara, Luiz Neto (saxofones), Junior Galante, Daniel D'Alcântara, Sidmar Vieira, Paulo Jordäo (trompetes), Paulo Malheiros Jr, Jorge Neto, Marcelo Boim, Jaziel Gomes (trombones), Djalma Lima (guitarra), Edson Sant'anna (piano), Bruno Migotto (baixo acústico) e Cuca Teixeira (bateria).

  • ANTONIO CÍCERO É HOMENAGEADO EM CD DE ARTHUR NOGUEIRA

         O cantor, compositor e jornalista paraense Arthur Nogueira faz show de seu 3.º disco, Presente (Antonio Cicero 70), no Sesc Pompeia (SP), no domingo (6), às 19h.

          Nesse álbum, Nogueira revisita canções de Antonio Cicero e parceiros, entre eles Adriana Calcanhotto, Lulu Santos, João Bosco e Roberto Frejat.

    Foto: Daryan Dornelles

     


        Com 28 anos de idade, Nogueira gravou três álbuns e dialoga com artistas de diferentes gerações e lugares. O álbum de estreia, Mundano (2009), foi produzido pelo conterrâneo Felipe Cordeiro e lançado pelo Projeto Pixinguinha. O segundo trabalho, Sem Medo Nem Esperança (2015), reuniu parcerias do artista com Antonio Cicero, Omar Salomão, Letícia Novaes, Marina Wisnik e Marcelo Segreto.
         Antonio Cícero - O artista paraense Arthur Nogueira homenageia os 70 anos do poeta, filósofo e letrista carioca Antonio Cicero. Ao mesmo tempo em que revisita grandes sucessos, o trabalho de Nogueira sinaliza o que está por vir na obra de um dos mais importantes letristas da música pop brasileira. Clássicos como Inverno e O Último Romântico ressurgem ao lado de novas canções, compostas por Arthur e Cicero, como Antigo Verão (Embarque para Citera).

  • TROVADORES URBANOS CELEBRAM 26 ANOS DE CARREIRA

         Os Trovadores Urbanos celebram a trajetória de 26 anos num espetáculo divertido, romântico, com histórias pitorescas e momentos especiais vividos pelo grupo.

         A apresentação ocorre na 4.ª-feira (2), às 18h, no Sesc Bom Retiro (SP). O grupo apresenta também repertório do CD e DVD, lançado recentemente.

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         No palco do Sesc Bom Retiro, além do quarteto vocal composto por Juca Novaes, Valeria Caram, Eduardo Santhana e Maida Novaes, estarão os músicos Claudio Duarthe (violão), Pichu (teclado e baixo acústico), Pratinha (flauta e bandolim), Thadeu Romano (acordeon) e Adriano Busko (percussão).
         Entre as canções do repertório estão, entre outras, Oceano (Djavan), Sinfonia Paulistana (Billy Blanco), Se Todos Fossem Iguais a Voce, Fascinação (versão Armando Lousada), Canta (Juca Novaes/Eduardo Santhana), O Cantador (Dori Caymmi/Nelson Mota), Sangrando (Gonzaguinha), Canário do Reino (Carvalho/Zapatta), Lunik 9 (Gilberto Gil), Malandrinha (Freire Júnior), A Deusa da Minha Rua (Newton Teixeira/Jorge Faraj), Noite Cheia de Estrelas (Candido das Neves) e Onde está você (Oscar Castro Neves/Luvercy Fiorini)
         Sesc Bom Retiro (Teatro) - Al. Nothmann, 185, Campos Elíseos/SP
         Ingressos: de R$ 6,00 a R$ 20,00

         É NATAL!
         Nas sextas-feiras de novembro – até 23 de dezembro, das 20h às 21h30 - os Trovadores Urbanos promovem o Natal Iluminado. O evento, gratuito, ocorre na Casa dos Trovadores, no bairro paulistano de Perdizes.

     
  • CIA DO FEIJÃO RECEBE LEANDRO MEDINA

         O cantor, poeta e compositor paraense Leandro Medina se apresenta na sede Cia de Feijão (SP) no sábado (29), às 21h, e no domingo (30), às 20h.

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         Acompanhado por sua banda Le Noir, formada pelos músicos Flávio Rubens (clarinete), Raphael Gomes (violão 7 e guitarra), Ítalo Magno (teclado e cavaco) e Adilson Camarão (percussão), Lendro mostrará sua diversidade rítmica, marcada pelo pulso dançante de misturas sonoras, como batuque com tambor de crioula, carimbó com ijexá, além de reggae, tecnobrega e baladas românticas.
        A apresentação integra a programação do projeto Fusões – A Música que o Teatro Tem. Na iniciativa, o grupo recebe, em sua sede, trabalhos de artistas independentes que têm em comum a intersecção entre as linguagens teatral e musical.
        Companhia do Feijão - R. Dr. Teodoro Baima 68, República/SP. Fone: (11) 3259-9086
        Ingressos: pague quanto puder

     

    BETO GUEDES RELEMBRA OS HITS DA CARREIRA NO RIO DE JANEIRO

    Foto: Lívia Bastos

         Beto Guedes sobe ao palco do Centro Cultural João Nogueira – Imperator (RJ) para um show repleto de sucessos de sua carreira.

        No repertório do show somente os clássicos de sua autoria como Sol de Primavera, Amor de Índio, O Sal da Terra, Feira Moderna e Vevecos, Panelas e Canelas. O cantor mineiro será acompanhado por Esdra “Neném” Ferreira (bateria), Adriano Campagnani (baixo), Ian Guedes (guitarra) e Cláudio Faria (teclados).

         Imperator – Centro Cultural João Nogueira - Rua Dias da Cruz 170, Méier/RJ.

         Fone: (21) 2597-3897
         Ingressos: de R$ 30,00 a R$ 80,00

  • SWAMI JR, TECO CARDOSO E BEBÊ KRAMER NO PROJETO ENCONTROS INSTRUMENTAIS

         O multi-instrumentista Swami Jr, o fautista e saxofonista Teco Cardoso e o acordeonista Bebê Kramer participam do projeto Encontros Instrumentais no sábado (29), às 21h, e no domingo (30), às 19h, no teatro do Sesc Pompeia (SP). As apresentações contam com músicas dos artistas, além de outros temas.

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         Swami Jr é responsável por acompanhar, dirigir e produzir seus próprios trabalhos e de outros artistas. As três décadas de carreira profissional incluem reuniões com universos musicais aparentemente distintos como Choro, MPB e Jazz. Já gravou e se apresentou com artistas nacionais - Chico César, Elba Ramalho, Zélia Duncan, Vanessa da Mata, Elza Soares, Zeca Baleiro, MPB4, Tom Zé, José Miguel Wisnik, Ná Ozzetti, Danilo Caymmi, Virgínia Rosa, Chico Pinheiro, Vânia Bastos, Luiz Tatit, Marco Pereira, Moska, Dominguinhos - e internacionais - Lokua Kanza (CGO), Omara Portuondo (CUB), dentre outros.
         Teco Cardoso é dedicado ao desenvolvimento de uma linguagem própria para seus instrumentos. Participou do Movimento de Música Independente Paulista do final da década de 70 e, dez anos depois, ingressou no grupo Pau Brasil, com o qual gravou nove álbuns e saiu em turnês pela Europa.

  • OS AMANTICIDAS FAZEM SHOW DE DIVULGAÇÃO DO CD, HOMÔNIMO

         Os Amanticidas continuam com a temporada de lançamento de seu primeiro disco, o cd homônimo, Os Amanticidas, gravado com apoio do ProAC, com produção de Paulo Lepetit. O show será no CEU Sapopemba (SP), na 4.ª-feira (19), às 20 horas.

    Divulgação


         Os Amanticidas, banda criada em 2012 e formada por Alex Huszar (baixo e voz), João Sampaio (guitarras, cavaquinho, bandolim), Joera Rodrigues (bateria) e Luca Frazão (violão de sete cordas), desenvolveram uma linguagem própria e fazem canções que convidam o ouvinte a escutar uma história, a cantar junto ou a sair dançando.

         Caldo de influências – O trabalho autoral d'Os Amanticidas, centrado sempre em composições autorais, se consolidou e ganhou cara própria ao londo dos últimos três anos. Nesse período, o quarteto absorveu e transformou sons, modos e técnicas de fontes tão diversas como Jards Macalé e Paulinho da Viola, Mutantes e Arrigo Barnabé, Siba e Metá Metá, Tom Zé e Itamar Assumpção – para chegar a uma linguagem e a uma sonoridade que revelam esse grande caldo de influências mas têm assinatura própria.